terça-feira, 10 de setembro de 2019

Como defino o amor


Sentir-se livre no mundo seguindo seu coração e não a um padrão...

Caminhar lado a lado sem amarras que prendam seus sentimentos...

Simplesmente abraçar o amado e desejar ficar assim para sempre...

Compartilhar as dores, as alegrias, o bom ou mau humor e em cada momento amar incondicionalmente...

Não pedir nada em troca de um carinho ou beijo para dar vazão a espontaneidade...

Olhar o amado e ver refletir em seus olhos o afeto, carinho e não apenas desejo...

Mostrar seu verdadeiro espírito, para que o outro possa ser ele mesmo sem sombras da mentira...

Jamais dizer: Eu te amo!  E sim sentir este amor e expressa-lo em gestos diário...

Derramar lágrimas pela partida do ser amado, pois o sentimento mais sublime de viver é dar liberdade ao amor...

Durante o dia dividir os afazeres domésticos, a educação dos filhos e, à noite, a cama...

Tocar no íntimo do amado sem precisar sentir seu corpo...

Dar o que você tem de melhor dentro de si...

Nunca oferecer o mundo de presente, já que este não lhe pertence...

Na troca de olhar dizer o que se sente, sem que haja necessidade de palavras...

Abster-se do charmoso engano chamado: Ciúme, que destrói aos poucos o que se entende por amor...

Querer proteger, estar sempre junto do amado, dar segurança e cingi-lo por inteiro com a verdade de sua emoção.

Nunca perder a esperança de encontrar o ser amado... se não encontrar sentir-se feliz por apenas desejar.

Saber que o amor nasceu para todos, mas que muitos não sabem expressar este sentimento...

Não se deixar levar por anseios do corpo, quando o que você procura é saciar os desejos da alma...  Sua paz...  Seu caminho... seu amor a sua maneira.

Esquecer a lógica e deixar a mente livre para que o coração possa decifrar a complexidade do amor...

Saber que quando a mente ama o coração o trai, mas não tanto quanto o corpo pode confessá-lo.

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